Entrar na vida adulta é um dos maiores desafios da vida. De repente, surgem novas responsabilidades e cobranças as quais temos medo de encarar. Sejam elas como administrar suas finanças, escolher seu novo lar e até construir sua carreira. Planejar o futuro ou aprender a lidar com ele exige um processo de preparo e adaptação. Se você se identifica com essas angústias, essa seção do jornal é destinada a você! Estamos aqui para tornar essa transição mais leve, mostrando que ninguém precisa enfrentar tudo sozinho e que é possível construir esse caminho com mais leveza e segurança!

PLANEJAMENTO FINANCEIRO & IMPOSTOS

 

Como já comentamos, a vida adulta vem cheia de desafios e esta matéria é uma forma de deixar tudo menos complicado. Então, para dar início a  esse “tutorial”, começaremos com o tema  mais temido: “As Finanças”. O primeiro passo para iniciar essa etapa é ter dinheiro ou, pelo menos, saber administrá-lo. Para isso, é necessário  entender alguns conceitos que poderão salvar você no futuro.

COMO FUNCIONA A MAGIA DOS CARTÕES?

Apesar de parecer algo mágico, os cartões são mais simples do que parecem. Um cartão de crédito possibilita que você faça compras e quite contas, pagando por elas mais tarde, quando recebe a fatura, um documento que indica a data e o saldo a ser pago, além de outras informações financeiras. Mas… Como nem tudo é um mar de rosas, quando você utiliza um cartão de crédito, está  pegando emprestado o dinheiro da instituição financeira que emitiu o cartão. Em troca, você concorda em pagar esse valor de volta dentro de um período determinado, e caso o saldo não seja quitado até a data de vencimento, ficará sujeito a juros, um valor adicional aplicado em cima da dívida. E acredite: a taxa de juros é absurdamente alta, chegando a 100% do valor emprestado e já melhorou, porque até há pouco tempo, passava de 300%. Já o cartão de débito está diretamente vinculado à sua conta, ou seja, quando uma compra é feita através dele, o valor é imediatamente descontado da sua conta bancária. Isso significa que só é possível gastar o que tem disponível na sua conta, o que evita o pagamento de juros ou as chances de se endividar, sendo a única condição ter sempre  dinheiro disponível.

O QUE VOU PRECISAR PAGAR QUANDO ME TORNAR UM ADULTO ?

 

Além dos assombrosos cartões, não podemos esquecer dos famigerados impostos. Quais deles eu devo pagar? E por qual motivo devo pagar? A partir dessas dúvidas, preparamos uma lista dos impostos mais importantes para um jovem adulto e um significado mais simples para facilitar o entendimento do motivo pelo qual você deve pagá-los. Além disso, vale  lembrar que os impostos são pagamentos obrigatórios cobrados pelo Estado para financiar atividades e serviços públicos.

 

  • ISS: IMPOSTO SOBRE SERVIÇOS

O imposto sobre serviços é cobrado pelos municípios sobre a prestação de serviços, como salões de beleza, academias, entre outros. Então quando você paga por um serviço, parte desse valor é o ISS.

  • IOF: IMPOSTO SOBRE OPERAÇÕES FINANCEIRAS, PARA EMPRÉSTIMOS, AÇÕES E DEMAIS AÇÕES FINANCEIRAS

O IOF é cobrado pelo Governo Federal sobre operações de crédito, câmbio, seguros e investimentos, por esse motivo, quando houver a necessidade de utilizar um cartão de crédito no exterior, você paga esse imposto na fatura. Isso afeta principalmente  pessoas com interesse em intercâmbios ou viagens para o exterior.

  • IRPF: IMPOSTO DE RENDA PESSOA FÍSICA, SOBRE A RENDA DO CIDADÃO

É um imposto cobrado pelo Governo Federal sobre a renda dos cidadãos (salário, aluguéis, investimentos, etc.), ou seja, quanto cada pessoa ganha ao longo do ano. Por isso, quem tem uma renda acima de determinado valor precisa declarar o imposto de renda anualmente, assim, quem ganha mais contribui mais e quem ganha menos paga menos, mas essa regra não se aplica aos ricos e multimilionários, acredita? Como entender essa lógica?!

  • INSS: INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL

O INSS não é exatamente um imposto, mas uma contribuição obrigatória para garantir benefícios sociais, como aposentadoria, auxílio-doença e salário-maternidade.

  • ICMS: IMPOSTOS SOBRE CIRCULAÇÃO DE MERCADORIAS E SERVIÇOS

Cobrado pelos Estados sobre a venda de produtos e alguns serviços, como energia elétrica, transporte e comunicação. Esse imposto está embutido no preço de tudo que você compra: roupas, alimentos, eletrônicos, etc.

  • IPVA: IMPOSTO SOBRE A PROPRIEDADE DE MOTORES E AUTOMOTORES

Esse imposto é cobrado anualmente pelos Estados de quem possui veículos como carros e motos. Ele serve para ajudar na manutenção de ruas e rodovias. E, por esse motivo, todo começo de ano, os proprietários de veículos recebem o boleto do IPVA.

  • IPTU: IMPOSTO SOBRE PROPRIEDADE TERRITORIAL URBANA

Cobrado pelos municípios de quem tem imóveis urbanos, como casas, apartamentos ou terrenos. O valor depende da localização e do tamanho do imóvel e  todo início de ano, os donos de imóveis recebem o boleto do IPTU.

PLANEJAMENTO FINANCEIRO

Agora que aprendemos um pouco sobre conceitos importantes para a vida adulta, é fundamental ter também uma noção básica de como se planejar financeiramente. Devemos sempre lembrar que, ao nos tornarmos adultos, a situação fica mais complicada, afinal, ninguém vai pagar as nossas contas, além de nós mesmos. Para que o susto não seja tão grande quando esse momento chegar, vamos te ensinar como se organizar para ter mais tranquilidade, controle e segurança com o seu dinheiro.

Para começar, é importante saber quanto você ganha e quanto gasta. Anote seu salário, mesada, rendas extras e não se esqueça de registrar todas as despesas. Para não se perder, use uma planilha ou até mesmo um aplicativo. Divida seus gastos em contas fixas (aluguel, internet, transporte), gastos variáveis (alimentação, lazer, roupas) e pequenas compras do dia a dia (cafés, lanches e outras coisas). Dessa forma, você entenderá melhor a sua situação financeira e conseguirá se planejar com mais facilidade.

O segundo passo desse plano é organizar todas as despesas e analisar quanto dinheiro está sendo destinado a cada uma delas.
  Separe seus gastos por categorias e, principalmente, identifique os excessos para descobrir onde é possível economizar.
  A partir disso, também poderá definir seus objetivos e decidir o que quer fazer com o próprio dinheiro, estabelecendo metas de curto, médio e longo prazo.

Com esses dois passos completos e, com base no que você ganha, defina limites de gastos. Uma ferramenta simples e eficaz é a Regra 50-30-20:

  • 50% para necessidades, como contas fixas, alimentação e transporte;
    ● 30% para desejos, como lazer, roupas e passeios;
    ● 20% para metas, como poupança, investimentos ou o pagamento de dívidas.

     Com os limites definidos, é importante guardar, aos poucos, uma quantia para imprevistos, como desemprego, problemas de saúde ou emergências. Dessa forma, você garantirá maior segurança financeira.

E uma dica final: reveja seu planejamento regularmente, sempre focando no que pode ser melhorado e mantendo o que está dando certo. Afinal, planejar-se financeiramente não significa deixar de gastar, e sim gastar com consciência.

COMO CUIDAR DO SEU LAR

 

Sabemos que o sonho de muitos jovens, assim que o ciclo da vida escolar se encerra e o tão almejado futuro começa a se aproximar, é finalmente ter o seu próprio espaço. Um lugar pra chamar de seu, com suas próprias regras e do seu jeitinho. Sabemos também  que, embora a vontade seja muita, na maioria das vezes, somos jogados dentro dessa nova realidade sem entender muito bem como ela funciona. Como saber qual é o melhor espaço para torná-lo seu lar? Como estar por dentro de todos os cuidados necessários que devem ser levados em conta no processo de aquisição? E inúmeras outras dúvidas.

Aqui, fizemos uma seleção de certos tópicos, que acreditamos ser de extrema importância e que devem ser analisados na compra ou aluguel de um imóvel:

1Investigue a vizinhança: Primeiramente, seria ideal notar se o seu lugar de residência se encontra próximo dos lugares que você mais visita na sua rotina diária. Por isso, certificar-se de que sua nova casa não se encontra muito afastada de sua universidade, de supermercados, pontos de transporte público, e outros locais visitados com frequência no seu dia a dia, é vital. Afinal de contas, a localização de sua casa afeta diretamente sua rotina e estilo de vida. Morar perto do trabalho reduz o stress do trânsito, enquanto estar próximo a parques e áreas de lazer pode incentivar um estilo de vida mais ativo e saudável.  Além disso, conhecer a vizinhança e a segurança do bairro, são fatores que não devem ser ignorados para que tudo se adapte ao seu novo estilo de vida. Por exemplo, se você for passar muito tempo em casa, talvez não seja ideal que estabeleça moradia ao lado de uma casa com uma família grande ou com filhos pequenos, o que pode acarretar incômodos futuros. Caso o turno de suas aulas ou trabalho seja no período da noite, optar por imóveis que se encontrem em regiões que tenham boas condições de iluminação nas ruas e vigilância nesses momentos, pode contribuir para a sua segurança e conforto!

2- Verifique as instalações internas da casa: Para evitar estresse e problemas com a casa que demandem um alto valor de investimento, é essencial que durante a visita para conhecer o estabelecimento, você se atente a problemas elétricos ou hidráulicos, que são partes fundamentais da casa. Portanto, observe se há fiação exposta ou velha, irregularidades no quadro geral de distribuição quanto aos circuitos elétricos e os disjuntores, se há vazamentos de água nos canos, sinais de mofo aparentes ou cheiro forte, atente-se à condição e à idade do encanamento e a funcionalidade das torneiras e registros. Além disso, solicitar o histórico de manutenções e reformas do espaço também pode revelar problemas ou erros estruturais que não podem ser notados a olho nu, evitando “surpresas” que poderão vir a custar caro posteriormente. Vale ressaltar também, que todo estabelecimento precisa ter uma documentação que comprove que ele foi construído de forma segura, correta e segundo as normas. Tal certificado chama-se:  ‘Habite-se’, e é ele que garante que um imóvel é adequado para uso e moradia. Então, não deixe de conferi-lo.

3- Atente-se aos detalhes da construção: Seguindo essa linha de raciocínio, é também muito importante que você, enquanto potencial comprador, analise outras particularidades estruturais da construção para ter certeza de que ela se adaptaria às suas preferências, como, a qualidade das portas e pisos, posição das janelas e entrada de luz natural – assim como a ventilação do espaço -, o isolamento acústico e material das paredes, o espaço disponível e a disposição dos cômodos, as possibilidades de reformas e renovações estruturais futuras, etc.

4- Informe-se sobre os custos e documentação: Por fim, um dos pontos mais cruciais – se não o maior deles – que não poderíamos deixar de mencionar, é a atenção que deve ser direcionada à parte burocrática de aquisição de uma nova propriedade. Não se deixe enganar! Mantenha-se atento às condições do contrato de compra (a escritura) ou aluguel e leve em consideração os gastos adicionais além do aluguel ou valor da casa, como taxa de condomínio e o IPTU anual.  Além disso, por meio de uma documentação chamada de ‘Certidão de Ônus Reais’, investigue se existem quaisquer tipos de empecilhos (ônus), tais como, ações judiciais, penhoras, usufrutos, alienações fiduciárias que podem complicar o processo de obtenção do espaço ou dívidas que ainda não foram quitadas e que poderiam ser transferidas para o seu nome na aquisição da casa ou apartamento. Certifique-se de que o valor pelo qual o imóvel está sendo ofertado é justo e procure serviços de imobiliárias confiáveis que possam auxiliá-lo durante todo o processo.

A escolha do lugar certo para morar é um equilíbrio entre vários fatores, incluindo conveniência, segurança e qualidade de vida. Ao considerar esses aspectos, você estará dando um passo importante para encontrar um lar que não só atenda às suas necessidades, mas que também amplie sua felicidade e bem-estar. Não se esqueça de que o local escolhido será apenas seu e deverá ser um local de refúgio e descanso. Portanto, visite os imóveis mais de uma vez e conte com amigos e membros da família que possam auxiliá-lo nessa escolha tão importante. O lugar certo está esperando por você!

CURRÍCULOS, MERCADO DE TRABALHO e ONDE ACHAR EMPREGO

 

COMO FAZER UM CURRÍCULO:

Todos nós temos a primeira vez: a primeira boneca, a primeira bola de futebol, o primeiro beijo e o primeiro currículo… Talvez esse último não pareça tão empolgante quanto os outros, mas é tão importante quanto. Um dos maiores medos e dúvidas dos  alunos do Ensino Médio que estão a um passo de se tornarem definitivamente adultos é: Como começar a trabalhar? Onde achar um emprego? Como entrar no Mercado de Trabalho? Por onde eu começo?… Certamente, esses e muitos outros questionamentos navegam pela mente de muitos “quase adultos”, alunos do Médio que estão a um passo de se tornarem definitivamente um adulto e é por isso que viemos ajudar você e  esclarecer um pouco sobre o tão temido Mundo do Trabalho.

Inicialmente, é necessário ressaltar que para entrar nessa área é preciso ter um currículo bem feito. Para isso, é preciso entender o que é um currículo e para que ele serve. Um currículo, ou curriculum vitae (CV), é um documento que apresenta um resumo das suas qualificações, experiências profissionais, formação acadêmica e habilidades. O objetivo dele é destacar o que o candidato pode oferecer, servindo como a primeira impressão em um processo seletivo e aumentando as chances de ser chamado para uma entrevista. Assim, de forma resumida, um currículo serve para mostrar ao recrutador se você é o candidato ideal ou não para a vaga de emprego.

“Mas eu nunca trabalhei antes! Como vou montar um currículo sem nenhuma experiência profissional?” Muitos pensam que se você nunca trabalhou antes, não terá chance de conseguir uma vaga de emprego, já que o Mercado quer alguém experiente. Entretanto, há diversas maneiras de se iniciar uma carreira e de mostrar ao recrutador que você é sim capaz de ter aquele emprego, mesmo sem ter trabalhado formalmente. O segredo é destacar o que já é seu, como: suas habilidades, sua formação e atividades extracurriculares, como projetos, cursos ou trabalho voluntário. O importante é mostrar que tem potencial. Basta adaptar o conteúdo ao cargo desejado, escolher qualidades que combinem com a vaga e explicar como pode contribuir com a empresa mesmo sem experiência profissional ainda. E não é aconselhável mentir sobre o seu perfil e habilidades, porque na entrevista presencial, o recrutador experiente saberá que houve exageros e/ou mentiras naquelas linhas! Fica a dica!

Mas então, como fazer um currículo? Aqui, mostraremos o passo a passo de como montar um!

  1. Primeiro, é importante entender a ESTRUTURA de um currículo. Ele é formado por:
  • Cabeçalho;
  • Introdução (resumo profissional ou objetivo do currículo);
  • Experiência de trabalho;
  • Educação;
  • Habilidades ou competências;
  • Informações adicionais ou complementares.
  1. Agora que entendemos como um currículo é estruturado, precisamos saber como formatá-lo corretamente. Por isso, aqui há dicas de como realizar um que seja VISUALMENTE ORGANIZADO E ATRATIVO PARA O RECRUTADOR:
  • Escolha uma fonte profissional e fácil de ler (como o clássico Arial);
  • Use espaçamento de linha 1,15;
  • Faça seções bem demarcadas, com títulos maiores do que o resto do texto;
  • Use margens do mesmo tamanho em ambos os lados;
  • Salve seu currículo no formato que pedir na descrição da vaga. Caso não especifique (o que é muito comum), envie-o em PDF, mas tenha uma versão em Word para poder alterar quando quiser.
  • Use um corretor ortográfico para revisar o que for escrito e jamais envie seu currículo com erros gramaticais;
  1. Inicie seu currículo com um CABEÇALHO que contenha suas INFORMAÇÕES PESSOAIS. Vale destacar que o cabeçalho deve ser simples, para não roubar a atenção das informações que realmente importam. Desse modo, inclua apenas:
  • Nome completo;
  • Título profissional (Sua área de atuação e cargo atual ou mais recente, caso tenha);
  • Informação de contato, que deve incluir: telefone, e-mail e LinkedIn (se tiver)
  1. 4. Descreva seu objetivo profissional

O que é o objetivo profissional em um currículo? É um perfil profissional de três ou quatro frases para currículo que serve de introdução para o CV. No caso de um perfil inexperiente, o objetivo tem o intuito de fazer o recrutador acreditar que, mesmo sem ter tido um emprego, você seria ideal para aquela vaga. Assim:

  • Leia seu CV do começo ao fim;
  • Escolha as partes que são mais relevantes para a vaga, normalmente são as da área da educação e duas ou três competências;

Exemplo:

Dedicada estudante de Pedagogia na Universidade Presbiteriana Mackenzie com espanhol fluente certificado pelo Instituto Cervantes. Gostaria de utilizar meu talento idiomático e meu conhecimento pedagógico para contribuir com a qualidade docente da escola XYZ.

(Vaga de professor de espanhol.)

  1. Agora, iremos para a parte considerada a mais importante para a maior parte dos recrutadores: a seção na qual você cita sua experiência profissional. Nessa parte, é interessante incluir tanto trabalhos de carteira assinada quanto experiências autônomas. Para isso, inclua os seguintes dados:
  • Título da posição na empresa;
  • Nome da empresa em que você trabalhava;
  • Datas de início e do fim do contrato;
  • Pontos essenciais descrevendo o que você fez;

Vale ressaltar que a forma que descreve o que fez nos trabalhos anteriores é o grande segredo da criação dos currículos profissionais. Não liste suas responsabilidades nos trabalhos anteriores, em vez disso, liste suas conquistas.

Responsabilidades não provam que você é bom em nada. Conquistas são pontos que mostram para o leitor do currículo que houve algum sucesso naquela posição.

Agora, caso não tenha nenhuma experiência profissional, priorize a sua educação. Entretanto, é preciso ressaltar que, se é uma vaga que permite a candidatura de profissionais inexperientes, provavelmente o Mercado está recebendo um monte de currículos. E os recrutadores não vão ler todos. Por isso, é necessário chamar a atenção do recrutador logo de cara, começando pelo mais atrativo: sua educação, ou seja, sua formação educacional. Assim, ao finalizar o cabeçalho e o objetivo, disserte sobre sua experiência acadêmica, cursos técnicos e outras atividades extracurriculares que façam sentido para a vaga referente. Se você acha que a sua seção de educação não está convencendo, considere fazer um ou dois mini-cursos online, eles vão lhe dar um belo destaque para seu currículo.

LISTE HABILIDADES RELEVANTES PARA A POSIÇÃO

  1. 6. Mesmo nunca tendo trabalhado, você tem um monte de qualificações pessoais. O que precisa fazer é ler a vaga com cuidado e pensar: “Quais das minhas qualidades vão ser úteis para essa vaga de emprego?”. Busque tentar entender o que o recrutador espera do candidato. Veja abaixo alguns exemplos do que poderá ser citado:

HARD SKILLS:

  • Inglês fluente;
  • Cálculo;
  • Libras;
  • Desenho;
  • Cozinha;
  • Conhecimento de softwares.

           SOFT SKILLS:

  • Ótima comunicação;
  • Criatividade;
  • Organização;
  • Liderança;
  • Flexibilidade;
  •  

Não liste muito mais que 10 competências, mas não liste muito menos. 10 é um bom número para um currículo sem a seção de trabalhos anteriores. Depois de finalizar essa parte, releia a lista. Esses skills provam que você é o(a) candidato(a) perfeito(a) para a vaga? Se sim, maravilha. Se não, reformule até que provem.

  1. 7. Por último, adicione informações complementares para dar um diferencial.

No caso de um currículo sem a seção de empregos anteriores, o desafio é provar que você tem qualificações para trabalhar naquela posição ofertada. Esse não é o momento para ser modesto, mas cada informação precisa ser verdadeira. Fez intercâmbio? Curso online? Ajudou alguém como voluntário? Mandou bem em algum trabalho da escola? Deixe o recrutador saber.

As informações complementares mais comuns são: idiomas (se você não tiver colocado na seção de habilidades), cursos extracurriculares (se não estiver na seção de educação), voluntariado, prêmios, certificações, conferências, hobbies e interesses. Em resumo, basicamente tudo o que não entrou nas seções anteriores, mas aumenta suas chances de conseguir a posição deve estar contido nessas “informações adicionais”.

VAGAS DE EMPREGO

Mas, agora que sabemos como montar o primeiro currículo, onde achar uma vaga de emprego? Há diversas formas de se achar um emprego. É possível encontrar emprego em plataformas online gratuitas e pagas como Gupy, Vagas.com, Indeed e LinkedIn, nos serviços públicos do SINE, e através de redes profissionais e de networking. É importante manter o perfil atualizado, pesquisar por área de interesse e usar todas as opções disponíveis para aumentar as chances de encontrar uma vaga.                                                           

Por fim, lembre-se: “Alguns candidatos criam currículos enormes, achando que vão impressionar o recrutador. Isso é um erro. Ninguém tem tempo para ler um currículo de 6 páginas. É melhor focar em um documento mais curto e que só contém dados relevantes para o cargo.”Anna Berkolec, especialista Sênior em aquisição de talentos e em desenvolvimento de carreira.

BOA SORTE!

TÍTULO DE ELEITOR E A CNH

Quando viramos adultos, surgem muitas responsabilidades e obrigações que vão desde fazer as lições de casa a cuidar de si mesmo de forma praticamente autônoma. Como se de uma hora pra outra, você começasse a se tornar uma pessoa totalmente independente, e é mais ou menos isso. Conforme crescemos e amadurecemos, passamos a escutar de nossos pais e responsáveis que aproveitar essa fase de nossas vidas é fundamental, já que logo vamos mergulhar completamente na vida adulta em sociedade e adentrar na parte burocrática e complicada da vida. Teremos contas a pagar, profissões para cursar, diversos assuntos para resolver e assim nos tornaremos cidadãos completos. Mantenha a  calma! Não se apavore! Estamos aqui para aliviar um pouco dessa pressão e oferecer um ombro amigo para que possa se apoiar!                                                                          
Antes de mergulhar no universo de “Gente Grande”, é preciso entender conceitos básicos do nosso país. Portanto, por meio desse artigo, traremos assuntos fundamentais para auxiliá-lo nessa jornada, como: o funcionamento das eleições no Brasil e a solicitação do seu título de eleitor e, é claro, como finalmente colocar as mãos no volante – só que de forma legalizada (obviamente).

TÍTULO DE ELEITOR E O PROCESSO ELEITORAL BRASILEIRO

O Brasil é uma democracia representativa, ou seja, o povo escolhe seus representantes através do voto. Trata-se de uma nação em que o povo é detentor do poder e o Governo apenas representa a vontade geral e zela por seus interesses. Assim afirma a própria Constituição Federal do país.

Por esse motivo, o período de eleições – que ocorre de quatro em quatro anos – é de extrema importância para o futuro da população, já que cada pessoa pode optar por um político para ocupar cada cargo público: os Prefeitos, Governadores, Senadores, Deputados e o Presidente da República e são eles que terão a responsabilidade social de gerir por aqueles que os elegeram – ou não.

Embora eventos recentes tenham deixado muitos com um “pé atrás” com relação à Política e a Economia do país, atos como o do dia “8 de janeiro de 2023” e o “Projeto referente a PEC da Blindagem” são um alerta para a importância da participação cidadã e do engajamento político em prol da defesa dos nossos direitos e da Democracia, assim como da transparência e da competência governamental em relação à população brasileira. A consciência social salva vidas!

Em vista de tudo isso, esse artigo do jornal pode ser considerado um guia, tanto quanto um chamado para ação, que visa engajar e conscientizar você, jovem interlocutor, da importância de sua participação na construção do futuro do país. Você sabia que, se já tiver 16 anos, já pode tirar seu título de eleitor? Pois é! A partir dessa idade a participação política é opcional, aberta àqueles que desejam ter participação efetiva na mudança e transformação do Brasil. Esse texto, portanto, tem a finalidade de ajudar a compreender essa parte da sua responsabilidade pública e, por efeito, política, explicando o básico do básico sobre tudo isso: informações simples, mas cruciais, que embasam o processo.

O QUE DEVO SABER SOBRE O PROCESSO ELEITORAL?

Existem muitos “tabus” com relação ao processo eleitoral no nosso país e estamos aqui para esclarecer essas dúvidas e clarear a névoa que cobre o país a cada quatro anos.

Então, primeiramente, acredito que seria pertinente explicar como funcionam as eleições e o processo democrático brasileiro de forma mais detalhada:

1- ELEIÇÕES GERAIS E ELEIÇÕES MUNICIPAIS.

Apesar do fato de que os mandatos políticos têm duração de quatro anos e do que foi dito anteriormente, as eleições no Brasil ocorrem a cada dois anos. Isso se dá, visto que elas são divididas em eleições gerais e eleições municipais que se alternam em períodos diferentes.

Durante as eleições gerais, a população vota em seus candidatos de preferência para cargos em três níveis administrativos do país: Federal, Estadual e Distrital (DF), escolhendo as pessoas que ocuparão os cargos de Presidente e Vice-Presidente da República, Governadores e Vice-Governadores dos Estados ou do Distrito Federal, além de Senadores, e Deputados Federais, Estaduais e Distritais (referente àqueles que ocupam a Câmara dos Deputados do DF). Nesses pleitos, portanto, definem-se os representantes do povo em níveis nacionais e estaduais, tanto no Poder Executivo quanto no Poder Legislativo.

Já as eleições municipais são voltadas exclusivamente para escolha de candidatos em um nível local, ou seja, nos municípios do país todo. Dessa forma, o eleitorado de cada cidade vota para eleger ocupantes para os cargos de Prefeito, Vice-Prefeito e Vereadores. Se você e eu escolhermos os candidatos A ou B para votar, seremos, indiretamente, responsáveis pelo bom andamento da cidade, do estado e do país. A gente precisa pesquisar muito em quem votar, lembrando sempre de que eles são  eleitos para trabalharem para nós e não contra nós!

Agora que você já sabe a divisão das eleições devido aos diferentes cargos públicos e níveis nacionais, sabe como funciona o processo geral de votação? Das campanhas eleitorais à divulgação dos resultados?

2- PERÍODOS DE CAMPANHA E ELEIÇÃO.

A campanha política é essencial para que eleitoras e eleitores conheçam os projetos e direcionamentos ideológicos de candidatos e partidos. Entretanto, é preciso cumprir prazos e definições dispostos na legislação para que o processo eleitoral seja equilibrado e democrático, com igual oportunidade para todos. Segundo as normas, a propaganda eleitoral só pode ser divulgada após o dia 16 de agosto do ano de eleição, ou seja, aproximadamente dois meses antes do início da mesma.

As datas, entretanto, não são fixas, e o cidadão deve se manter atento ao calendário eleitoral do ano referente – além de se atentar para os segundos turnos. No ano de 2026, por exemplo, o calendário prevê o início das eleições para o dia 4 de outubro, até o dia 25 do mesmo mês, tendo possibilidade de extensão do processo, caso o candidato não tenha atingido a quantidade necessária de votos.

3- SISTEMAS ELEITORAIS E A CONTABILIZAÇÃO DOS VOTOS.

Dentro do sistema eleitoral brasileiro existem outros dois tipos de sistemas utilizados: o sistema majoritário e o sistema proporcional. O primeiro e mais conhecido, usado nas eleições de cargos do Executivo, ou seja, para Presidentes, Governadores e Prefeitos, determina que para um candidato ser eleito, ele deve atingir a maioria absoluta ou a maioria simples dos votos. Na maioria absoluta, uma pessoa deve contabilizar mais de 50% de votos válidos (sem contar os votos brancos, nulos e ausentes). Já na maioria simples, são eleitos os candidatos que possuem a maior quantidade de votos, mesmo que eles não tenham atingido os 50%. Esse modelo é utilizado nas eleições de Senadores e Prefeitos de cidades com menos de 200 mil habitantes.

Quando tratamos do sistema proporcional, usado nas eleições de Deputados e Vereadores, as definições mudam bastante e se complicam um tanto. Nesse modelo de contagem, o candidato que receber a maior quantidade de votos não necessariamente receberá o cargo. São eleitos os mais votados dos partidos que atingiram o quociente eleitoral. E o que isso significa? De forma mais simplificada, significa que são somados o número total de votos válidos na eleição e esse valor é dividido pelo número de cadeiras que estão sendo disputadas. Então, encontra-se o Quociente Eleitoral (QE) que é o número de votos por vaga disponível. Só os partidos que atingem esse valor mínimo têm direito a concorrer por uma vaga.

A partir desse ponto, é necessário encontrar o número de vagas que cada partido vitorioso ganhará, uma vez ultrapassado o QE. Passa-se a analisar, então, o Quociente Partidário (QP), para determinar quantos lugares cada partido terá direito: soma-se o número de votos totais de cada coligação e divide-se esse valor pelo QE. E só então são analisados os candidatos mais votados de cada partido que ocuparam esses lugares. Um pouco confuso, não é? Mas conhecer esse processo de eleição é importante para evitar confusões, conter a disseminação de informações falsas e o sentimento de injustiça que acompanha a desinformação.

4- VOTO BRANCO X VOTO NULO

Outro grande mistério que permeia os processos eleitorais é: O que são os votos branco e nulo e qual a diferença entre eles? De forma geral, ambos os tipos de votos servem para os cidadãos brasileiros que não desejam escolher nenhum dos candidatos apresentados nas eleições.

O voto em branco ocorre quando o eleitor não manifesta preferência por nenhum candidato e consiste em pressionar a tecla “branco” e  “confirma” na urna. Já o voto nulo é aquele em que o eleitor deseja anular o voto. Para isso, ele precisa digitar um número de candidato inexistente, como “00” e depois, a tecla “confirma”.

Então não se preocupe! Independentemente da sua escolha, nenhum desses dois tipos de votos são contabilizados como válidos e interferem nos resultados das eleições. Eles servem apenas como registro da insatisfação do eleitorado com os candidatos disputantes.

5- COMO VOTAR COM CONSCIÊNCIA?

Por fim, para encerrar essa seção, trazemos uma reflexão e guia sobre o voto consciente. Sabemos que muitos jovens atualmente não se interessam pelas questões políticas do país e confessamos: esse assunto não é exatamente divertido. Entretanto, o ato do voto carrega muitos significados além do seu literal, ele representa a participação do povo de forma igualitária nos assuntos que permeiam o funcionamento do país e aqueles que o   governarão em vista de trazer melhores condições de vida e trabalho. O voto carrega a luta de um povo que já passou por décadas de repressão em séculos passados e ainda sofre de diversos males que condenam as diversas populações do país.

Sabemos, também, que se tornar parte do universo político brasileiro é uma “baita” responsabilidade. Segurar o destino do país nas suas decisões e nas de outros milhões de indivíduos pode parecer muita pressão e acredite: é completamente natural! Apesar disso, a participação ativa de cada indivíduo é essencial. Portanto, reforçamos a importância da busca pela informação sobre os candidatos e os projetos de leis que apresentam na sua candidatura. Sempre verifique a veracidade das informações que circulam pela Internet durante o período eleitoral e lembre-se de que optar por não tomar uma decisão também é um ato político. Independentemente de partidos e candidatos, o importante é carregar as melhores intenções sobre o futuro do país e atuar para torná-lo cada vez melhor como um todo.

CURIOSIDADE: AS URNAS

Você sabia que as urnas eletrônicas utilizadas no Processo Eleitoral do nosso país são uma criação nossa? Inventada em 1996, o primeiro modelo de urnas no Brasil surgiu como uma forma inovadora e tecnológica de prevenir fraudes eleitorais, protegendo o sigilo do voto de acordo com a Constituição Federal e garantindo maior segurança e rapidez na apuração dos votos. As urnas têm um sistema de criptografia próprio e não são conectadas a nenhuma rede da internet, o que garante a segurança e a legitimidade no processamento dos votos, que são fiscalizados por um conjunto de autoridades competentes como a Controladoria-Geral e o Tribunal de Contas da União, e até mesmo o Conselho Nacional de Justiça, além dos fiscais de cada partido.

TIRANDO O PRIMEIRO TÍTULO ELEITORAL

Como mencionado acima, quem já tem 16 anos, já pode se inserir na vida política e solicitar o primeiro título de eleitor. Na verdade, com 15 anos já é permitido o alistamento eleitoral, mas só poderão participar das eleições de forma legal, aqueles que já tiverem completado seu décimo sexto aniversário. Mas não se preocupe, o voto é facultativo (opcional) para aqueles entre 16 e 17 anos – ou para os idosos com mais de 70 anos e analfabetos –  só se torna obrigatório a partir dos 18 anos de idade. Vale ressaltar, que para cidadãos em situação de lazer ou de moradia fora do país durante esse período, a obrigatoriedade do voto também deve ser cumprida.

De acordo com o Tribunal Superior Eleitoral, o pedido pelo certificado de voto pode ser feito de forma presencial, por agendamento na unidade mais próxima do Cartório Eleitoral de sua cidade ou de forma on-line, pelo site do Título Net. Na cidade de Americana, o local se encontra no endereço Rua Gregório Luchiari, São Manoel, 27; e está aberto para atendimento de segunda à sexta-feira, das 11h às 17h e você pode acessar o link do site.

Todo o processo leva menos de 20 minutos e requer apenas algumas informações pessoais e documentos que confirmem sua identidade. Para isso são solicitados: um documento oficial de identificação, como RG ou certidão de nascimento e um comprovante de residência emitido nos últimos 3 meses, no seu nome ou no nome de seus responsáveis, que pode ser uma conta de energia elétrica, de gás, de convênio ou de condomínio, entre outros. Caso a solicitação seja feita pela internet no site supracitado, serão requisitadas fotos legíveis desses comprovantes.

Logo em seguida da confirmação e envio das fotos dos documentos, serão apresentados alguns espaços para serem preenchidos com informações, como: telefones para contato, tempo de residência na cidade, unidade local de voto, ou seja, lugar onde você irá votar preferencialmente, endereço, número de CPF e RG, e pronto! Você solicitou o seu primeiro título de eleitor!

Caso todo o processo acima tenha sido feito pelo site, você ainda precisará se direcionar ao Cartório Eleitoral para fazer o registro da sua biometria, assinatura e foto da documentação. Entretanto, não há com o que se preocupar! Nesse caso, não é necessário o agendamento de um horário e o processo é super ligeiro. Assim, você receberá sua documentação impressa na hora e o seu cadastro será liberado de forma online pelo aplicativo e-Título após 3 dias. Viu, como é simples?

O QUE É A CNH ?

A CNH é a sigla abreviada para Carteira Nacional de Habilitação, popularmente conhecida como “carteira de motorista”. Tal documento é o responsável por habilitar pessoas maiores de 18 anos como condutores competentes de veículos automotores terrestres, como carros, caminhões e motos, e é um documento crucial para quem deseja dirigir no Brasil todo.

A CNH surgiu em 1966, data relativamente recente se a compararmos com o surgimento dos carros no país, que se deu no século passado, em 1891. Assim, verificamos como a regulamentação e o registro de motoristas no Brasil pelo departamento de trânsito se deu de forma tardia ao aparecimento dos veículos automotivos em território nacional. Por acaso você consegue imaginar um Brasil em que, para que uma pessoa fosse considerada motorista, bastaria ter um carro? Pois bem, essa realidade é muito distante da atual do país, já que a Carteira de Habilitação, atualmente, é considerada um importante documento de identificação nacional, podendo até mesmo substituir documentos como RG e CPF.

 

COMO TIRAR A MINHA CNH?

Para obter o documento de habilitação, é necessário que um indivíduo tenha 18 anos completos e seja alfabetizado. O processo conta, primeiramente, com um exame de aptidão física e mental e uma avaliação psicológica, que podem ser agendados no Detran e que tem a finalidade de comprovar o bem estar pleno do motorista, evitando, assim, quaisquer efeitos irreversíveis no trânsito. Após realizados tais exames, para conquistar a primeira emissão da carteira de habilitação, a pessoa deverá prestar uma prova teórica e uma prova prática, também através do Detran, que validem suas habilidades e conhecimentos na direção.

O processo, no entanto, antes de efetuar tais provas finais, exige, obrigatoriamente, 45 horas de aula em uma unidade de Centro de Formação de Condutores (CFC), comumente conhecidos como autoescolas, que darão a base do conhecimento para o aluno que deseja tirar a CNH, por meios de aulas teóricas e práticas. Geralmente, o tempo médio de formação é de 6 meses e o valor médio gasto pela documentação no Brasil é de R$3.000.

Atualmente, no entanto, há uma proposta em andamento no Governo Federal de modificar o Código de Trânsito Brasileiro (CTB), a lei-mãe que estabelece a base legal e os requisitos para a formação de condutores, que consiste em acabar com a obrigatoriedade de frequentar uma autoescola para obter a CNH, visando reduzir o valor necessário pela documentação e democratizar o acesso a tal direito. No entanto, tal proposta ainda não foi aprovada e se encontra em estado de consulta pública.

Um detalhe importante: caso não passe de primeira no seu teste prático ou teórico, não se preocupe! Você pode pagar a taxa do reexame, reagendar uma data por meio do Detran ou da sua Autoescola, e fazer o teste outra vez ou quantas vezes forem necessárias – dentro do período de 12 meses.

Além disso, vale ressaltar que a carteira de motorista apresenta várias categorias diferentes, dependendo do veículo que se deseja aprender  a conduzir. As categorias mais comuns no país são a categoria A, para motos e a categoria B, para carros e vans.

INFRAÇÕES DE TRÂNSITO E OS PONTOS NA CNH

Além da multa em dinheiro, toda infração de trânsito resulta em pontos que são acrescidos na CNH, servindo como uma forma de monitoramento das violações. Dessa forma, caso o limite de pontos permitidos seja atingido, isso pode resultar na suspensão da carteira de habilitação.

No Brasil, existem quatro tipos diferentes de infrações que vão aumentando quanto ao nível de gravidade, valor da multa tabelada e quantidades de pontos somados na CNH:

  • Leve: 3 pontos mais multa de R$88,38;
  • Média: 4 pontos mais multa de R$130,16;
  • Grave: 5 pontos mais multa de R$195,33;
  • Gravíssima: 7 pontos mais multa de R$243,97.

O número total de pontos permitidos na CNH são 40 pontos, isso se o motorista não tiver cometido nenhuma infração de caráter gravíssimo nos 12 meses anteriores. Se esse for o caso, o número total de pontos em sua carteira cai para 30, se houver duas ou mais infrações gravíssimas, ele cai para 20.

Além disso, os pontos deixam de ser somados no documento depois do período de um ano, ou seja, se um motorista cometeu uma violação de trânsito leve e acumulou 3 pontos em sua carteira de habilitação no dia 10 de novembro de 2025, os pontos só deixarão de ser somados e contabilizados no dia 10 de novembro de 2026. Dessa forma, dentro desse período de 12 meses, os pontos das infrações cometidas podem ser somados e o motorista deve se manter atento para não atingir o limite máximo de pontos, que pode variar de 40 a 20 pontos como ilustrado anteriormente.

            SIM! É um passo desafiador, mas lembre-se: a vida adulta não precisa ser tão difícil e pesada. Ela é um convite para descobrir quem você realmente é, onde sua capacidade e potencial abrirão novas portas. Com os conhecimentos e etapas que nós compartilhamos, não estará sozinho nessa jornada. Aproveite-os como instrumentos para construir um futuro que seja verdadeiramente seu. Abrace essa nova fase com coragem, pois a recompensa de viver uma vida com responsabilidade e autonomia valerá cada esforço.

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